fevereiro 06, 2009

Moção aprovada em Reunião da Comissão Política de Secção







Atendendo a que, amanhã, dia 7 de Fevereiro de 2009, 5 das 6 Juntas de Freguesia situadas na área de intervenção da Secção B e que são presididas pelo PSD, comemoram o seu 50º Aniversário, a Comissão Política do PSD-Secção B, reunida no passado dia 3 de Fevereiro aprovou, por unanimidade, a Moção que abaixo tornamos de conhecimento público.






MOÇÃO




No próximo dia 7 de Fevereiro as Juntas de Freguesia de Alto do Pina, Alvalade, Nossa Senhora de Fátima, São João de Brito e São João de Deus celebram o 50 Aniversário.

As Juntas de Freguesia, nomeadamente as de uma Cidade como Lisboa, têm um papel fundamental na melhoria das condições de vida das populações.

Seja na saúde, na educação, no apoio social, no desporto, na cultura, na qualidade do espaço público, na manutenção dos espaços verdes, entre muitas outras, as Juntas de Freguesia englobam um conjunto de competências, essenciais ao bem estar e desenvolvimento das populações.

Estas competências, atendendo aos bons resultados que a experiência demonstra, devem ser respeitadas e, até, nalgumas áreas, alargadas.

No caso concreto das 5 Juntas de Freguesia da área da Secção B do PSD, que comemoram o 50º Aniversário no dia 7 de Fevereiro, o Partido Social Democrata, há mais de 30 anos, que desempenha um papel central no trabalho desenvolvido por diferentes executivos.

Respeitando todas as outras forças políticas, e os respectivos contributos que ajudaram a todo o trabalho desenvolvido, é de inteira justiça enaltecer o trabalho dedicado de todos os Militantes do PSD que desempenharam funções nas referidas Freguesia, seja no âmbito da Assembleia, seja na Junta.

O PSD sempre respeitou, e continuará a respeitar, o papel e as competências das Juntas de Freguesia. O PSD sempre lutou, e continuará a lutar pelo respeito e defesa dessas competências.

A Comissão Política do PSD da Secção B, reunida no dia 3 de Fevereiro de 2009:

- Felicita as Juntas de Freguesia de Alto do Pina, Alvalade, Nossa Senhora de Fátima, São João de Brito e São João de Deus, na pessoa dos respectivos Presidentes, pelo 50º Aniversário;

- Enaltece o trabalho desenvolvido por todos os militantes do PSD que, desde 1975, desenvolveram trabalho nessas Freguesias;

- Enaltece, de forma especial, o trabalho desenvolvido nos últimos 4 anos, em que os Militantes do PSD demonstraram uma enorme capacidade de trabalho e entrega ao serviço dos Fregueses.


Moção aprovada por unanimidade


Lisboa, 3 de Fevereiro de 2009

fevereiro 05, 2009

Freeport - A pergunta que tem que ser feita!

Júlio Monteiro em entrevista a Manuela Moura Guedes na TVI , segundo o Jornal SOL de 31 Janeiro 2009:

-«Lembro-me perfeitamente do Charles Smith me ter transmitido essa situação (de terem pedido 4 milhões de contos ou euros). Ele mostrou um certo desagrado e eu também, e eu disse 'é pá, isso é impossível'», contou Monteiro, que garantiu ter telefonado a José Sócrates para o pôr a par da situação."

«Eu liguei-lhe e disse 'Ó Zezito, realmente existe este absurdo', porque é assim que a família o chama, e ele disse para chamar o Charles Smith, enfim, para ele ir ao Ministério do Ambiente para, enfim, ele resolver o assunto» .



Perante esta confissão pública a pergunta que um Jornalista deve fazer ao actual primeiro-ministro é:


O senhor enquanto ministro do Ambiente terá sido informado de uma situação que parece configurar um acto de corrupção. Tomou alguma providência no sentido de denunciar às autoridades policiais, como obriga o desempenho do cargo público que ocupava?


A confirmar-se a veracidade do depoimento de Júlio Monteiro, passamos a estar na esfera política do caso denominado de "freeport".


janeiro 29, 2009

TGV : A quem interessa?

Apresento um texto que está a circular por correio electrónico. Vale o que vale mas deixo-o neste espaço para que se leia, reflicta e se debata.

Estamos a falar de obras públicas de grande importância para o país. A sua opção depende do que desejamos que Portugal seja a médio prazo.

Por mim, parto de uma visão Europeia no que concerne ao TGV. Se somos periféricos então tudo deveremos fazer para passarmos a ser mais "continentais".

Se for possível uma rede Lisboa - Moscovo , com um grande Hub ferroviário de alta velocidade no centro da Europa (Strasbourg, Frankfurt, Munique , Zurique) que desmultiplicasse para as principais capitais do continente Europeu, seria um projecto que não devíamos ficar de fora.

No entanto, creio que não é isso que está em cima da mesa europeia no que concerne a este tipo de transporte. Por isso convém debater para decidir.

Aqui fica o texto em causa:

"A QUEM VAI SERVIR O TGV

Este é o pensamento político que temos (em Portugal) , está em todas:
Estádios de futebol, hoje às moscas,
TGV,
novo aeroporto,
nova ponte,
auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso,
etc. etc.

A quem na verdade serve tudo isto?

PORTUGUESES, LEIAM AS LINHAS SEGUINTES E PENSEM A QUEM VAI SERVIR O TGV ...

1. AOS FABRICANTES DE MATERIAL FERROVIÁRIO,
2. ÀS CONSTRUTORAS DE OBRAS PÚBLICAS E ...CLARO,
3. AOS BANCOS QUE VÃO FINANCIAR A OBRA ...

OS PORTUGUESES FICARÃO - UMA VEZ MAIS ENDIVIDADOS DURANTE DÉCADAS POR CAUSA DE MAIS UMA OBRA MEGALÓMANA ! ! !

Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.

Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas,
na qualidade do seu Ensino Superior,
nos seus museus e escolas de arte,
nas creches e jardins-de-infância em cada esquina,
nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não
construíram estádios de futebol desnecessários,
constroem aeroportos em cima de pântanos,
nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos
na Noruega,
na Suécia,
na Holanda
e em muitos outros países ricos.


Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:
1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma)
mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);
mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).

E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

Cabe ao Governo reflectir.

Cabe à Oposição contrapor."

Fica o desafio a cada um de nós debater e tomar uma posição.

janeiro 26, 2009

Um novo ciclo que começa













O nosso compromisso



SECÇÃO B – ESPAÇO DE DEBATE


Queremos que a Secção B volte a ser o espaço de debate que todos se habituaram. Não nos podemos resignar às justificações de que não há interesse pelo debate político. Não é verdade. Há interesse. Temos de proporcionar as oportunidades. Com 3 actos eleitorais em 2009, este é o momento para lançar, desde já, vários debates.
Discutir a Europa e o papel de Portugal, debater os grandes temas de política nacional, ouvir falar de Lisboa e das nossas freguesias.
Tornar a Secção B um espaço de diálogo e de encontros dos militantes com os militantes.
Intervir e participar nos debates que se venham a desenrolar na sociedade portuguesa.
Dar voz a todos.



SECÇÃO B – UMA VOZ INTERVENTIVA


A nossa Secção tem um, longo historial de defesa de princípios e valores que não vamos abandonar.
Para o sucesso do Partido, é fundamental a participação e a intervenção da Secção B.
Vamos participar em todos os fóruns onde temos direito a estar. Participação colectiva e não de um ou outro militante. A intervenção será sempre em nome e pela Secção.
Seja a nível distrital, seja a nível nacional, a Secção B estará sempre presente a intervir e a dar o seu contributo para ajudar o partido a reconquistar Lisboa. A ganhar o País.


SECÇÃO B – BASE DAS VITÓRIAS


Para ganhar Lisboa, é fundamental ganhar as Freguesias da Secção B. Queremos manter a Presidência das 6 Juntas de Freguesia da nossa Secção. Sabemos que será um combate difícil. Estaremos ao lado dos nossos candidatos e das suas equipas no sentido de lhes proporcionar as condições essenciais para vencerem o processo eleitoral que vão enfrentar.


SECÇÃO B – (IN)Formação Política


Um partido mais forte só é possível com militantes mais (in)formados e com conhecimentos políticos mais sustentados. Para tal, desenvolveremos um conjunto de acções de (in)formação direccionada a diferentes âmbitos da intervenção política pública.