Caros Companheiros,
Estamos na recta final para as eleições legislativas.
Os Portugueses dão sinais de entender e apoiar a mensagem do PSD. Depois de mais de 4 anos de Governo Socialista os Portugueses querem um novo Governo. É tempo do PSD voltar ao Governo de Portugal!
É tempo de Portugal voltar a ter um Governo que resolva os problemas do País, que sirva os interesses dos Portugueses. Como dizem os mais recentes cartazes da nossa campanha "Chegou a Hora da Verdade".
Até ao último dia temos de continuar o nosso trabalho e a nossa mobilização.
Nesse sentido a Secção B vai organizar um jantar de campanha, para o qual apelamos à presença de todos.
O jantar será no dia 22 de Setembro (3ª Feira), pelas 20h00 no Restaurante "Ti Lurdes" (Av. Oscar Monteiro Torres, nº 31).
Para falar aos Militantes convidámos o nosso companheiro de Secção Prof. Pedro Lynce, que ocupa o 5º lugar na lista de Candidatos a Deputado pelo Círculo de Lisboa.
Tendo a sala uma capacidade limitada, agradecemos a inscrição para os números 21 3827840 ou 93 3746928. Poderão ainda inscrever-se junto dos respectivos Presidentes de Núcleo. O jantar terá um custo fixo.
Esperamos poder contar com a presença de todos.
Saudações Social-Democratas.
O Presidente da Comissão Política da Secção B
(Gonçalo de Sampaio)
setembro 16, 2009
setembro 03, 2009
Pegada Geracional

Por Gonçalo Sampaio
No final do séc. XX entrou no vocabulário de muitos, nomeadamente os mais interessados em questões ambientais, o conceito de “pegada ecológica”. Após várias evoluções o conceito “pegada ecológica” é hoje usado como indicador de sustentabilidade ambiental, permitindo aferir as consequências e custos ambientais de várias opções ou comportamentos.
Também na actividade político-partidária seria interessante introduzir, em termos mais vastos, este conceito.
Estando a terminar uma legislatura seria interessante aferir qual a “pegada geracional” deixada pelo actual Governo. Seria importante sabermos, com rigor e independência, quais os custos para as gerações futuras de diferentes opções tomadas pelo actual Governo. Quando, quanto e como vão as gerações futuras pagar pela actuação do actual Governo ?
Por outro lado, já estando apresentados os programas de Governo de todos os Partidos (esgotando, assim, o grande argumento dos opositores do Partido Social Democrata que durante as últimas semanas apenas criticavam a não apresentação desse mesmo programa, como se houvesse um “timing” obrigatório para essa apresentação), igual exercício seria útil e clarificador.
O Partido Socialista, ignorando ou não percebendo, a actual situação nacional e o contexto internacional, continua uma defesa acérrima dos grandes investimentos públicos, seja rodoviários, ferroviários, aeroportuários, portuários e outros tantos. Quando confrontado com os custos e consequências futuras recorre aos chavões da competitividade e combate à periferia.
Mas se queremos um debate político sério e sem subterfúgios, importa esclarecer quem, como, quando e quanto vamos pagar por essas opções.
Se esse exercício não for apresentado, ficamos com a convicção que o Partido Socialista só olha ao curto prazo e deixa para as gerações futuras uma factura demasiado pesada. Que ao Partido Socialista importa muito vencer as próximas eleições, mas interessa pouco o futuro do País.
Lendo o programa que o Partido Socialista apresenta às próximas eleições, percebemos que deixaria uma “pegada geracional” demasiado pesada. Que as novas gerações não querem, nem tão pouco merecem.
Terá o Partido Socialista, e em especial o Eng. Sócrates consciência da sua “pegada geracional” ?
In Blog "Novas Políticas" do IFSC
agosto 24, 2009
Programa Socialista para Governo - Uma mão cheia de Nada.

por Gonçalo Sampaio
Apresentado o programa do Partido Socialista, entende-se, finalmente, a ansiedade com que alguns exigiam o programa do Partido Social Democrata. Perante o programa do Partido Socialista era fundamental desviar as atenções para outros programas.
O programa do Partido Socialista - que convém nunca esquecer está no Governo há mais de 4 anos - é um deserto. Um assustador, embora não surpreendente, deserto.
Não se vislumbra um caminho, antes um emaranhado de promessas.
Não se apresenta um projecto, antes brindes para todos.
Não se apresenta um projecto, antes brindes para todos.
Há de tudo para todos.
No essencial o Partido Socialista propõe-se "prosseguir a estratégia definida há 4 anos". Aliás, segundo noticiava o Expresso, a palavra "reforçar" surge 93 vezes, a palavra "continuar" é usada por 75 vezes e a palavra "prosseguir" é escrita por 69 vezes.
Mas, ao programa do Partido Socialista falta, essencialmente, credibilidade.
Há muitos exemplos, mas um dos mais comentados nos últimos dias, e que é prova do mais vergonhoso eleitoralismo, é a extraordinária proposta de atribuir 200 euros a cada recém nascido.
Esta proposta, que aqui uso apenas como símbolo de todo um programa, demonstra como o Partido Socialista pretende governar na próxima legislatura. Não questiono a importância de termos uma verdadeira política de natalidade (aliás inexistente nos últimos anos), para invertermos a tendência dos últimos anos. Mas, há falta de uma verdadeira política de natalidade, que necessariamente teria de ser discutida e implementada a vários níveis, envolvendo múltiplas entidades, e abordasse a questão com a seriedade que a mesma merece, o Partido Socialista resolve, todo um problema com 200 Euros.
Em vez de uma política séria de incentivo à natalidade atira dinheiro para cima do problema.
Fica, como exemplo do desnorte e desorientação que reina no Partido Socialista. E a incapacidade, já não é para governar, é para apresentar um programa com principio, meio e fim.
In blogue "Novas Políticas" do IFSC
agosto 21, 2009
Educação: Um legado para o Futuro.

Por Gonçalo Sampaio
Se há imagem que fica dos últimos anos na Educação é de um ambiente de permanente conflito, quase guerrilha, entre os vários sectores que compõem o sistema educativo. Uns contra os outros, o Governo contra todos. Foram anos perdidos, em que, embora muito se tenha anunciado, muito pouco foi feito e muito ficou por fazer.
É hoje indiscutível que muito tem de mudar no sistema educativo em Portugal. Não falo de anunciar mudanças, ou projectá-las em powerpoints. Falo em mudanças reais, concretas, que signifiquem uma melhoria da qualidade e do sucesso do sistema.
O sistema educativo é base de qualquer País. É aí que se forma o futuro dos países. Hoje temos a sensação que não estamos a preparar convenientemente os nossos filhos para a realidade que vão enfrentar.
Nos últimos dias foi tornado público um documento elaborado por um grupo de trabalho, integrado no Instituto Francisco Sá Carneiro, que, sob o título "Portugal Qualificado", pretendeu, sem dogmas ou tabus, elaborar uma nova abordagem que solte o sistema educativo do status quo que o tem prejudicado.
Pode ter acesso ao documento aqui.
Numa altura em que se ouvem vozes criticando a ausência de propostas, fica aqui (mais) um exemplo de um documento de trabalho, que não pode deixar de suscitar a apreciação e discussão de todos aqueles a quem, verdadeiramente, o assunto interessa.
In blogue "Novas Políticas" do IFSC
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